Era o hit pimba do ano, e a coisa mais azeiteira que eu ouvi até essa altura. Era o mais parecido que havia com o cruzamento de uma espécie de 'Rap' de cariz popular de má qualidade e com um pseudo Pedro Abrunhosa da terrinha.
No entanto não deixava de ser divertida para a altura e ouvida e repetida nos rádios dos carros de muito boa gente. Sousa da Ponte um herói tanso, algo badalhoco e extremamente azeiteiro. Enfim, um delírio de azeite para recordar.

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